Hoje estou injuriada master power a lot pra caramba!
Ontem demorei duas horas pra chegar na minha casa. Peguei uma enchente monstra e meu carro só não parou porque é abençoado e porque entre nós existe muito diálogo (vai Fi, não para não, pelo amor de Deus!). A chuva era tão absurdamente forte que não dava pra ver um palmo na frente do nariz. Quando eu me dei conta, o rio tinha enchido e lá estava eu mais uma vez prestes a ter o carro arrastado. A água já no pára-choque e eu não tive outra saída senão acelerar loucamente pra dentro de um condomínio pra salvar o carro e meu estagiário que já tava com princípio de pânico. Sorte que esse condomínio tem uma saída pelos fundos onde não tava tudo alagado e o guardinha me deixou passar por dentro pra sair lá. Consegui atravessar a avenida e saí na Toyota ainda impressionada com o fato da Fi não ter dado uma única engasgadinha. Deixei o Fe na avenida e ele foi pra casa porque com a chuva que tava pra faculdade ele não ia conseguir ir mesmo e mesmo que conseguisse depois não teria como voltar pra casa. A chuva não parava.
Já fazia quase uma hora e meia que eu tinha saído da empresa e ainda não tinha conseguido atravessar de Diadema pra São Bernardo. Liguei pro Pietro, porque como ele sai meia hora antes, já deveria estar em Santo André e podia me dizer como tava o trânsito. Também tinha acabado de chegar na casa dele e apesar de não ter pego chuva, pegou um baita trânsito.
Comecei a fazer os caminhos de rato, corta daqui e ta parado, corta dali e ta parado também. Aquele calor dentro do carro e não dava pra abrir o vidro. Tudo embaçado, a chuva não dava uma trégua. Eu já tava cansada, apreensiva, preocupada com o trabalho, com a prova, com meu irmão que tava me esperando.
Cheguei em casa 19h morta, com fome, molhada. Sorte que ganhei uma caroninha básica pra facu porque minha mãe também tava atrasada pro compromisso dela e eu emprestei o carro. Se eu tivesse que pegar um busão pra facu ainda eu hoje estaria de mal do planeta. Tinha trabalho pra apresentar, mas não fizemos. O Neto “matou” dois amigos dele essa semana. Segunda morreu um e ontem outro. Eu não quero mais ser amiga dele senão vou acabar morrendo também. Ficamos na escada até acabar a aula do Régio e nesse tempo apareceu a Régis. Ela tava empolgada porque o convite do casamento tava pronto, tinha comprado o sapato pra cerimônia e acabou contagiando a gente com a felicidade dela. A Ju é uma menina muuuuito especial. Exigente, mas batalhadora, esforçada, persistente, responsável. Ficamos até a hora da prova, que por sinal fizemos juntos.
Saímos da facu tarde e ficamos um tempão conversando até que a sessão bobagem começou...rs. E lá fomos nós infantis e alegres dar risada até a barriga doer, pra extravasar meu bad day e me dar uma boa noite de sono.
Fui pra cama e tava passando Misery, do meu mestre Stephen King. Engraçado porque semana passada eu pensei nesse filme, em que a Kathy Bates, maravilhosa, está superjovem e odiável nesse papel. Infelizmente ou felizmente minha cama estava tão quentinha e eu estava tão confortável no meu velho fuki cinza que acabei dormindo rápido. O Skip aproveitou o conforto e dormiu na minha cama também. Acordamos com o celular berrando na nossa orelha. Era o Pi querendo saber se eu tinha sobrevivido à enchente. Mal sabe ele que a Fi é carro-anFIbio...rs
Hoje é quinta, to só o pó, mas como não tenho aula vou aproveitar pra resolver umas pendências. Como diz minha mãe: enquanto descansa carrega pedras.
Sábia mamãe, sempre sabe o que diz e eu nunca escuto...
Ontem demorei duas horas pra chegar na minha casa. Peguei uma enchente monstra e meu carro só não parou porque é abençoado e porque entre nós existe muito diálogo (vai Fi, não para não, pelo amor de Deus!). A chuva era tão absurdamente forte que não dava pra ver um palmo na frente do nariz. Quando eu me dei conta, o rio tinha enchido e lá estava eu mais uma vez prestes a ter o carro arrastado. A água já no pára-choque e eu não tive outra saída senão acelerar loucamente pra dentro de um condomínio pra salvar o carro e meu estagiário que já tava com princípio de pânico. Sorte que esse condomínio tem uma saída pelos fundos onde não tava tudo alagado e o guardinha me deixou passar por dentro pra sair lá. Consegui atravessar a avenida e saí na Toyota ainda impressionada com o fato da Fi não ter dado uma única engasgadinha. Deixei o Fe na avenida e ele foi pra casa porque com a chuva que tava pra faculdade ele não ia conseguir ir mesmo e mesmo que conseguisse depois não teria como voltar pra casa. A chuva não parava.
Já fazia quase uma hora e meia que eu tinha saído da empresa e ainda não tinha conseguido atravessar de Diadema pra São Bernardo. Liguei pro Pietro, porque como ele sai meia hora antes, já deveria estar em Santo André e podia me dizer como tava o trânsito. Também tinha acabado de chegar na casa dele e apesar de não ter pego chuva, pegou um baita trânsito.
Comecei a fazer os caminhos de rato, corta daqui e ta parado, corta dali e ta parado também. Aquele calor dentro do carro e não dava pra abrir o vidro. Tudo embaçado, a chuva não dava uma trégua. Eu já tava cansada, apreensiva, preocupada com o trabalho, com a prova, com meu irmão que tava me esperando.
Cheguei em casa 19h morta, com fome, molhada. Sorte que ganhei uma caroninha básica pra facu porque minha mãe também tava atrasada pro compromisso dela e eu emprestei o carro. Se eu tivesse que pegar um busão pra facu ainda eu hoje estaria de mal do planeta. Tinha trabalho pra apresentar, mas não fizemos. O Neto “matou” dois amigos dele essa semana. Segunda morreu um e ontem outro. Eu não quero mais ser amiga dele senão vou acabar morrendo também. Ficamos na escada até acabar a aula do Régio e nesse tempo apareceu a Régis. Ela tava empolgada porque o convite do casamento tava pronto, tinha comprado o sapato pra cerimônia e acabou contagiando a gente com a felicidade dela. A Ju é uma menina muuuuito especial. Exigente, mas batalhadora, esforçada, persistente, responsável. Ficamos até a hora da prova, que por sinal fizemos juntos.
Saímos da facu tarde e ficamos um tempão conversando até que a sessão bobagem começou...rs. E lá fomos nós infantis e alegres dar risada até a barriga doer, pra extravasar meu bad day e me dar uma boa noite de sono.
Fui pra cama e tava passando Misery, do meu mestre Stephen King. Engraçado porque semana passada eu pensei nesse filme, em que a Kathy Bates, maravilhosa, está superjovem e odiável nesse papel. Infelizmente ou felizmente minha cama estava tão quentinha e eu estava tão confortável no meu velho fuki cinza que acabei dormindo rápido. O Skip aproveitou o conforto e dormiu na minha cama também. Acordamos com o celular berrando na nossa orelha. Era o Pi querendo saber se eu tinha sobrevivido à enchente. Mal sabe ele que a Fi é carro-anFIbio...rs
Hoje é quinta, to só o pó, mas como não tenho aula vou aproveitar pra resolver umas pendências. Como diz minha mãe: enquanto descansa carrega pedras.
Sábia mamãe, sempre sabe o que diz e eu nunca escuto...
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