
As vezes eu choro,
Quase nunca fazia isso...
Mas agora, agora eu choro;
As vezes estou séria,
Com a cara meio sisuda...
Mas quase sempre estou sorrindo,
As vezes até dormindo;
Tem vezes que estou triste, doí tudo,
Parece que vai desabar...
Mas quase sempre, recorro aos amigos;
As vezes me perco no tempo,
Mas quase sempre, é o tempo que se perde em mim...
São duas formas, em uma se senti...
E na outra se percebe o tempo;
As vezes tenho uma ideia fixa,
Ela aparece em tudo...
Em todas as coisas simples,
Que não pareciam óbvias,
Mas que agora são;
Tem vezes que pergunto "por quê?",
Mas quase sempre, as respostas aparece antes...
Talvés, tudo já esteve onde esta...
As vezes... quase sempre era uma repressão,
Mas agora a vida é como o vento...
Com a leveza e a malícia que a experiência ensina;
As vezes, tenho certeza,
Mas quase sempre, é dúvida...
É sempre esperar;
As vezes, as pessoas, o mundo tem forma,
Contorno, detalhes na aparência...
Mas quase sempre, é um borrão,
cheio de segredos;
Quase nunca fazia isso...
Mas agora, agora eu choro;
As vezes estou séria,
Com a cara meio sisuda...
Mas quase sempre estou sorrindo,
As vezes até dormindo;
Tem vezes que estou triste, doí tudo,
Parece que vai desabar...
Mas quase sempre, recorro aos amigos;
As vezes me perco no tempo,
Mas quase sempre, é o tempo que se perde em mim...
São duas formas, em uma se senti...
E na outra se percebe o tempo;
As vezes tenho uma ideia fixa,
Ela aparece em tudo...
Em todas as coisas simples,
Que não pareciam óbvias,
Mas que agora são;
Tem vezes que pergunto "por quê?",
Mas quase sempre, as respostas aparece antes...
Talvés, tudo já esteve onde esta...
As vezes... quase sempre era uma repressão,
Mas agora a vida é como o vento...
Com a leveza e a malícia que a experiência ensina;
As vezes, tenho certeza,
Mas quase sempre, é dúvida...
É sempre esperar;
As vezes, as pessoas, o mundo tem forma,
Contorno, detalhes na aparência...
Mas quase sempre, é um borrão,
cheio de segredos;
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