Primeiramente não posso deixar de agradecer todos os meus "cupinchas" que participaram da armação da festa surpresa do Ri.
Amigos, vocês fazem toda diferença na minha vida. Obrigada por terem guardado o segredo tão bem, por terem ido a caráter, por terem enchido bexigas, pendurado os enfeites, acendido a vela, feitos broches engraçados e pela farra quando ele chegou.
Obrigada pela presença dos amigos que moram perto, dos que não moram tão perto. Dos que vieram da Austrália (rsrs) e dos EUA (rsrs) pra fazer o niver dele ser tão especial.
Embora ele tenha ficado chocado, amou a festa e com certeza agradecerá a todos pelo carinho.
Agora parando com a rasgação de seda, vamos falar do que está literalmente me tirando o sono: a auditoria. É amanhã, gente! Ainda tem coisas pra fazer e eu to ansiosíssima. Vamos tocar o barco e dar uma rezadinha que não custa...
Hoje começam as aulas. Oh God! Eu queria tanto já ter me livrado da facu. Eu amo meu curso, amo meus amigos da sala, mas quando penso que ficarei entocada naquela faculdade por mais um ano e pouco chega a me dar desespero! Quer dizer, desespero me deu quando eu vi o horário: diagnóstico psicodinâmico, psicopatologia II, TPTP VI....chegaaaaa!!!
Ontem fomos nos encontrar com nossos amigos que voltaram da Austrália. Nada melhor do que irmos no lugar que sempre íamos antes deles viajarem...tudo de bom. Papo animado, várias histórias engraçadas e conselhos pra minha viagem. Mas quando estávamos lá vi um cachorrinho daqueles basset hound, com aquelas orelhas imensas, gorducho passando pela calçada sozinho, perdido. Perguntei pro segurança se era de alguém e ele disse que não, que tinha aparecido ali ontem. Fiquei de coração partido...na hora de irmos embora meu namorado parou o carro e eu chamei o dog. Ele veio todo gorduchinho...pensei: se ele entrar no carro por conta própria vou levá-lo pra casa e enfrentar a fúria da minha mãe. Ele não entrou. Talvez porque fosse muito gordinho pra subir. Fiquei ali olhando pra ele e pensando o que fazer. Ele não tinha coleira. Poderia estar perdido, com a família desesperada atrás dele. Ou pior, poderia ter sido abandonado. Quando vi que ele devia ter no mínimo uns 10 anos caí no choro. O que eu devia fazer? E se eu levasse-o embora e a família fosse dali de perto e estivesse perto de encontrá-lo? E se eu deixasse e ele tivesse sido abandonado e morresse atropelado? Meu Deus, por que os animais ainda não tem chip pra podermos identificar seus donos? Deixei-o lá na praça na companhia de um rapaz e a namorada que passeavam com um pitbull e torci pra que eles soubessem melhor do que eu o que fazer...
Amigos, vocês fazem toda diferença na minha vida. Obrigada por terem guardado o segredo tão bem, por terem ido a caráter, por terem enchido bexigas, pendurado os enfeites, acendido a vela, feitos broches engraçados e pela farra quando ele chegou.
Obrigada pela presença dos amigos que moram perto, dos que não moram tão perto. Dos que vieram da Austrália (rsrs) e dos EUA (rsrs) pra fazer o niver dele ser tão especial.
Embora ele tenha ficado chocado, amou a festa e com certeza agradecerá a todos pelo carinho.
Agora parando com a rasgação de seda, vamos falar do que está literalmente me tirando o sono: a auditoria. É amanhã, gente! Ainda tem coisas pra fazer e eu to ansiosíssima. Vamos tocar o barco e dar uma rezadinha que não custa...
Hoje começam as aulas. Oh God! Eu queria tanto já ter me livrado da facu. Eu amo meu curso, amo meus amigos da sala, mas quando penso que ficarei entocada naquela faculdade por mais um ano e pouco chega a me dar desespero! Quer dizer, desespero me deu quando eu vi o horário: diagnóstico psicodinâmico, psicopatologia II, TPTP VI....chegaaaaa!!!
Ontem fomos nos encontrar com nossos amigos que voltaram da Austrália. Nada melhor do que irmos no lugar que sempre íamos antes deles viajarem...tudo de bom. Papo animado, várias histórias engraçadas e conselhos pra minha viagem. Mas quando estávamos lá vi um cachorrinho daqueles basset hound, com aquelas orelhas imensas, gorducho passando pela calçada sozinho, perdido. Perguntei pro segurança se era de alguém e ele disse que não, que tinha aparecido ali ontem. Fiquei de coração partido...na hora de irmos embora meu namorado parou o carro e eu chamei o dog. Ele veio todo gorduchinho...pensei: se ele entrar no carro por conta própria vou levá-lo pra casa e enfrentar a fúria da minha mãe. Ele não entrou. Talvez porque fosse muito gordinho pra subir. Fiquei ali olhando pra ele e pensando o que fazer. Ele não tinha coleira. Poderia estar perdido, com a família desesperada atrás dele. Ou pior, poderia ter sido abandonado. Quando vi que ele devia ter no mínimo uns 10 anos caí no choro. O que eu devia fazer? E se eu levasse-o embora e a família fosse dali de perto e estivesse perto de encontrá-lo? E se eu deixasse e ele tivesse sido abandonado e morresse atropelado? Meu Deus, por que os animais ainda não tem chip pra podermos identificar seus donos? Deixei-o lá na praça na companhia de um rapaz e a namorada que passeavam com um pitbull e torci pra que eles soubessem melhor do que eu o que fazer...
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