Aproveitando esse mês de Junho, conhecido como mês dos apaixonados, resolvi escrever uma coisinha diferente e ao mesmo tempo igual, do que costumo postar. Sei que não atualizo o meu espaço como devia, mas, só pela intenção de se escrever algo construtivo, já é alguma coisa, não é verdade? Presta atenção no que eu conclui, vendo milhares de casais de amigos em ação.
A paixão é um sentimento de ampliação quase patológica do amor. Com o inicio de uma paixão, perde-se a individualidade em função do fascínio que o outro exerce pela pessoa desejada em questão. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o individuo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio. Pode-se dizer também que a paixão é algo muito mais passageiro, que após a paixão, vem o amor, que é um sentimento muito mais forte e duradouro.
A paixão é um sentimento de ampliação quase patológica do amor. Com o inicio de uma paixão, perde-se a individualidade em função do fascínio que o outro exerce pela pessoa desejada em questão. É tipicamente um sentimento doloroso e patológico, porque, via de regra, o individuo perde a sua individualidade, a sua identidade e o seu poder de raciocínio. Pode-se dizer também que a paixão é algo muito mais passageiro, que após a paixão, vem o amor, que é um sentimento muito mais forte e duradouro.

Existem até textos literários que abordam o tema... No momento eu não lembro de todos mas, Dentre eles, destacam-se Os sofrimentos do jovem Werther, de Goethe, que foi um livro que li já faz tempo, em que o protagonista Werther, ao ver perdidas todas as esperanças de obter Carlota, beija apaixonadamente as armas em que sua amada toca e, com elas, acaba com a sua própria vida. O romance é 1776 e, se não me falha as recordações das aulas de ultra-romantismo, provocou uma série de suicídios na Alemanha, entre jovens que, diziam-se inspirados no personagem devido ao peso do sentimento não correspondido. Outra obra em que a paixão é abordada é Romeu e Julieta, de Shakespeare. Essa eu nunca li, mas, segundo o que me contaram, conta a história de dois apaixonados que se sentem desencorajados para enfrentar suas famílias acerca daquele relacionamento. O resultado é a tragédia, como muitos já sabem.


Eu não digo que nunca aconteceu comigo... Mas certas maluquices que amor ou paixão trazem chegam a ser assustadoras. O que podemos chamar de complicações amorosas, com base no que foi escrito acima, seria o medo de ser abandonada, que faz qualquer coisa para impedir o fim do relacionamento; Ter momento de depressão e estar disposta a arcar com mais de 50% da responsabilidade da culpa e das falhas em qualquer parte relacionamento. Habituada à falta de amor em relacionamentos pessoais está disposta a ter paciência, esperança, tentando agradar cada vez mais. E por fim, esta muito mais em contato com o sonho de como o relacionamento poderia ser, do que com a realidade da situação. Triste, não?

Não tenho a intenção de criticar ninguém ou ainda desvalorizar o amor... Mas fico imaginando se agir dessa maneira é amar. Não, não. Isso seria humilhar-se. Achar que muita gente não se comporta assim é mentira... Na verdade, isso acontece mas do que se possa imaginar.
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